Pois faço dessas palavras os silêncios que não consigo esconder, mas que também não consigo evitar. Consigo, sim. Consigo aqui.. Ao expressar o que a voz não consegue.
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sábado, 4 de fevereiro de 2012
Já não era sem tempo!
O choro secou. Já era tempo de prestar mais atenção em outras cores, promover como prediletas outras flores e entrar no mar sem medo, furando a onda com respeito e repetindo a cena com entrega e confiança. Nada ficou fragmentado. Saí inteira e o amor em mim transborda: pele aceitando carícia, olhar brilhando com a menor das delícias.
[Marla De Queiroz - MA-RA-VI-LHO-SA!)
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